quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Os Animais de Pablo Picasso

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The Camel by Pablo Picasso

The Camel


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Owl by Pablo Picasso

Owl

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Dove of Peace by Pablo Picasso

Dove of Peace


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The Butterfly by Pablo Picasso

The Butterfly

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Rooster by Pablo Picasso

Rooster


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Fundador do Cubismo, Pablo Picasso (1881 – 1973) criou aproximadamente 20.000 obras de arte durante a sua vida. “O Cão” , possivelmente um retrato do seu bassê, Pedaço, é o mais famoso dos seus numerosos desenhos de animais . Em contraste com a complexidade corajosa de outros trabalhos seus, os animais de Picasso sempre eram desenhados com um toque doce, infantil. Os seus desenhos de pombas, flores, borboletas e corujas todos refletem este estilo minimalista.

(Texto do site All Posters traduzido e adaptado )

PS : Há muito que procuro as imagens das obras Camelo e Pomba da paz, de Picasso. Encontrei no Blog A Arte ilumina a vida, não resisti copiei na caradura.....)

Black is Beautiful - Dia da Consciencia Negra

Dia vinte de novembro é o dia de conscientização da cultura afro.Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.
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Black is Beautiful



Izzy Gordon, Beleza, Simpatia, voz e muito mais

Lázaro Ramos - beleza, charme, simpatia, talento e muito mais


Adriana Bombom

http://www.fotosdahora.com.br//fotos/22Famosos//naomi_campbell_7.gif

Naomi Campbell


Obama serviu hambúrgueres neste sábado

Barack Obama

Metade - Oswaldo Montenegro

Metade

http://www.digitalphoto.pl/foto_galeria/1994_2005-1578.jpg


Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.


Composição: Oswaldo Montenegro


quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Ainda sobre Crise



Escrito por Alberto Benett



Sonhos.... (Augusto Cury)

Os sonhos não determinam o lugar onde vocês vão chegar, mas produzem a força necessária para tirá-los do lugar em que vocês estão. Sonhem com as estrelas para que vocês possam pisar pelo menos na Lua. Sonhem com a Lua para que vocês possam pisar pelo menos nos altos montes. Sonhem com os altos montes para que vocês possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações. Bons alunos aprendem a matemática numérica, alunos fascinantes vão além, aprendem a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica. Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.
Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.
Procurem um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura! Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.

Dr. Augusto Cury é publicado em dezenas de países. É considerado um dos autores mais lidos da atualidade

Bib, Big, Big !!! - Assembleia de Deus - SP

Tudo agora é grande em algumas igrejas evangélicas, como conseqüência do crescimento do número de fiéis e de sua ascensão na pirâmide social. O templo da Assembléia de Deus que está sendo construído na Radial Leste, próximo ao Viaduto Bresser, em São Paulo - SP, terá um batistério com capacidade para dois mil batismos num mesmo dia.
O santuário terá sete mil lugares e a garagem poderá abrigar seiscentos carros.

Nao tenho fé suficiente para ser ateu

A maior de todas as religiões
Enquanto esperava meu vôo em Londres, observei um sexagenário com pinta de professor universitário. Ele lia um livro deliciadamente, rindo alto e espalmando o joelho em concordância com o autor. Como editor que sou, fiquei curioso sobre o autor que despertava tanta reação. Logo embarcamos, e por coincidência o mesmo senhor sentou-se ao meu lado.

Vi que o que lia com tanto deleite era nada menos que The God Delusion (Uma ilusão chamada Deus), o novo best-seller de Richard Dawkins, papa do ateísmo. O livro faz parte de uma recente safra de obras da nova guerrilha ateísta, um ababelado grupo de cientistas que se organiza para acabar de uma vez por todas com a idéia maluca de que existe um Deus. O lançamento causou frisson na mídia; virou matéria de capa de Wired, Época e de muitas outras revistas. Lembra a provocante capa preta da revista Time em 1966 que perguntava: "Is God Dead?".

Na verdade não há muito de novo nas argumentações desse grupo. O inusitado está na concentração maior sobre a ciência, em detrimento da filosofia, e na capacidade de articulação e agregação que a internet lhes providenciou. Sites como edge.org, por exemplo, mal escondem a euforia quase colegial dos intelectuais agnósticos e humanistas que descobrem nas teorias uns dos outros novas maneiras de negar a existência de qualquer inteligência superior.

Além de Dawkins, outro nome que desponta é Sam Harris, autor de The End of Faith (O fim da fé) e do recém-lançado Letter to a Christian Nation (Carta à nação cristã), um apelo aos cristãos americanos para que abandonem o fanatismo, a fé e o preconceito contra os ateus. Harris, o ateu fashion, queridinho do site YouTube, argumenta com base não em lógica mas em ridicularização.

O renomado crítico literário Terry Eagleton, marxista e agnóstico, acabou com The God Delusion numa resenha publicada na London Review of Books. Eagleton chama Dawkins de irresponsável, superficial e inconclusivo; diz que os fundamentos que dão estrutura à fé cristã não podem ser descartados com tanta arrogância. Há sim o que estudar. Eagleton dá a impressão de ser um sujeito que não consegue crer, mas lamenta esse fato.

É certo que The God Delusion fará sucesso quando for lançado no Brasil. A tarimbada intelligentsia de sempre terá uma razão a mais para se sentir superior. A parcela "sem religião" da população não conseguirá entender que o ateísmo também é religião - talvez a maior de todas, porque deposita fé fundamentalista na teoria de que tudo que existe surgiu de um vácuo, de um buraco, de um zero no éter.

Como se argumenta contra um ateu? Num primeiro momento, certamente não vale a pena abrir a Bíblia, a não ser para considerar a página, o papel, a celulose orgânica usada para fabricar o papel, a árvore da qual veio a celulose, a semente da qual veio a árvore, e assim sucessivamente em ordem reducionista até chegar ao elemento inicial.

Para o ateu, imagino que o maior desafio de todos é explicar como um "algo" pipocou repentinamente do nada. Talvez fosse um passe de mágica, um condão que desencadeou uma seqüência de etapas que acabou numa sala de espera de aeroporto com um cara lendo o livro do Dawkins. Sinceramente, tenho menos fé que isto. Prefiro a lógica da história mais natural, que começa assim: "No princípio, Deus criou".

Mark Carpenter, em texto publicado na Ultimato.


 
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